Adaptação Escolar: como passar por esse processo

O Colégio do Salvador, através do Projeto “Brincando para me adaptar” promoveu nesta quarta-feira, dia 24, um encontro com pais dos alunos das turmas do Maternal, que, em sua maioria, estão levando os filhos para escola pela primeira vez

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A primeira reunião entre pais de alunos da Educação Infantil e professores é uma ótima oportunidade para iniciar uma parceria de um ano inteiro em torno do mesmo objetivo: fazer com que as crianças se adaptem e sejam felizes no ambiente escolar.

Desta forma, o Colégio do Salvador, através do Projeto “Brincando para me adaptar” promoveu nesta quarta-feira, dia 24, um encontro com pais dos alunos das turmas do Maternal, que, em sua maioria, estão levando os filhos para escola pela primeira vez.

A diretora da Educação Infantil, Nair Almeida, conduziu a reunião de forma lúdica e emocional, e destacou que os pequenos passarão por transformações e descobertas no ambiente escolar, e que essas experiências serão fundamentais para os seus primeiros anos de vida.

Nair orientou os pais sobre como agir para ajudar os pequenos no processo de adaptação na escola, já que é um período que nem sempre é fácil e, muitas vezes, os pais sofrem mais do que os filhos.

“É importante que os pais estejam seguros e tranquilos nesta fase de adaptação escolar porque as crianças são reflexo da tranquilidade deles. A conquista dessa confiança é um processo gradativo e individualizado, que deve ser atravessado com muita atenção e carinho por todos os envolvidos”, ressalta Nair.

Emocionada, Graciana Ramalho, mãe do pequeno João Bento Ramalho, conta que está passando por um período doloroso de adaptação, mas que se sentiu mais segura com as orientações. “Confesso que meu coração fica muito apertado quando vejo meu filho chorando, mas vou tentar seguir as dicas de Nair para diminuir essa dor. Sei que é um processo importante para ele”, contou.

Para o casal Marcio Fernandes e Sonira Fernandes, pais da aluna Cecília Costa, a reunião foi muito válida para aliviar o coração dos pais. “Felizmente não tivemos problemas com a adaptação da Cecília, ela não estranhou a escola, mas sabemos que nem sempre é tão tranquilo. A reunião nos deixou aliviados”, ressaltou Marcio.

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