Art in Coffee: um charme de cafeteria na Praia Formosa

Os detalhes são de muito bom gosto: desde a placa de madeira com a logomarca talhada em madeira à bicicleta pendurada no interior do ambiente.

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As cafetarias europeias fazem parte do imaginário de muita gente. O charme delas inspirou diversos filmes, como ‘O fabuloso destino de Amelie Poulain’, que se passa em um charmoso café parisiense. Em Aracaju, o encanto das películas também pode ser apreciado na Art in Coffee.

No coração da Praia Formosa, o café está localizado na Rua Edson Ribeiro, 350, Sala 03, galeria João e Maria, no bairro 13 de Julho. Os detalhes são de muito bom gosto: desde a placa de madeira com a logomarca talhada em madeira à bicicleta pendurada no interior do ambiente.

À porta, uma bicicleta jardineira com sacas de café compõem o ambiente. Além disso, é comum encontrar pessoas sentadas em um banquinho de madeira à espera de um lugar para sentar. O lugar já é queridinho e concorrido.

A cafeteria tem um serviço inovador inspirado nas grandes cidades. O cliente tem autonomia na hora de pedir e de servir-se. Além disso, o diferencial é o compartilhamento de mesas: uma ótima oportunidade de conhecer novas pessoas e dar um “F5” no networking.

Além dos saborosos bolos para harmonização com os cafés, há opção de o cliente escolher uma degustação com diferentes torrefações.
A designer de interiores, Augusta Ribeiro, estava no café pela segunda vez. “Eu achei um local bem ‘descolado’ para Aracaju. Um ambiente diferenciado, que aqui, realmente, não tem. Vemos isso em grandes cidades. Acredito que estamos de parabéns por ter um empreendimento desse porte em nossa terra”, avaliou.


Sobre a proposta diferenciada, Augusta acredita que o público sergipano está bem evoluído. “Com a globalização, nós temos a oportunidade de conhecer e não de ver apenas lá fora. Tudo que tem de bacana no mundo, nós sergipanos temos aqui.”

O arquiteto Luciano Vasconcelos frequenta o café desde a inauguração. “É um espaço legal e aconchegante. Gosto do sistema de atendimento, que é bem livre, você não fica preso. Além disso, a arquitetura contribui para essa sensação de aconchego”, comentou.

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