Festival Cabelos Lindos: solte o cabelo e prenda o preconceito

Objetivo do evento foi falar sobre os cabelos cacheados e crespos, além de dar dicas de penteados e cuidados e, principalmente, de combater o bullying e o preconceito

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Desfile encerrou as atividades do Festival Cabelos Lindos. Foto: Roberto Trindade

“Meu cabelo não é moda, é identidade. Solte o cabelo e prenda o preconceito”. Este foi o lema da primeira edição do Festival Cabelos Lindos, realizado pelo Colégio do Salvador na sexta-feira, 26.

O objetivo do evento foi de educar, empoderar e difundir a aceitação de todos os tipos de cabelo, para evitar a prática de bullying entre crianças e jovens.

“A escola inteira participou do evento, desde a Educação Infantil até o Ensino Médio. Falar sobre o assunto e debater junto aos alunos acaba trazendo mais conscientização e segurança, sobretudo para quem tem cabelos cacheados e crespos. Meninos e meninas que nos emocionaram trazendo suas histórias e dificuldades por causa do seu tipo de cabelo, mostraram, hoje, a todos, a beleza do diferente!”, afirmou a coordenadora da Educação Infantil, Nair Almeida.

A ação contou com dicas de penteados e cuidados para os cabelos crespos, além de desfile, leitura de poesia e sorteios de diversos brindes dos parceiros do evento: Maison Luh, Splendore, Escariz, Dona Vovó e Lulu Souto.

Iniciativa Aprovada
“O festival foi uma ideia incrível e muito importante para dar visibilidade à importância de aceitarmos todas as pessoas, com todos os tipos de cabelo. A escola está de parabéns”, disse a aluna do 1º ano do Ensino Médio, Maiara Quaranta.

O aluno Lucas Mateus da Silva, do 9º ano do Fundamental Maior, também destacou a importância da campanha realizada pelo colégio. “Trabalhar este tema motiva os cacheados a aceitar o cabelo e não tentar se adequar aos padrões, como o de cabelo liso. Gostei muito”, acrescentou.

Os pais dos alunos que participaram do festival também aprovaram a ideia. “Adorei a iniciativa do Colégio do Salvador, em trabalhar o tema com as crianças. É importante para que ninguém sofra preconceito ou bullying”, reforçou Sueli Andrade, mãe de Sueli Maria, do 2º ano do Ensino Infantil.

Danielle Menezes, da equipe VIP

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