Guardiões da Galáxia Vol 2: por que assistir?

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Foto: Radar Internet

A irreverente equipe dos Guardiões da Galáxia aterrissou pela segunda vez nos cinemas de todo o mundo. Não poderíamos recusar um chamado desse nível e fomos conferir mais algumas aventuras dessa trupe. Apertem os cintos e não esqueçam os uniformes gravitacionais, a gente vai decolar numa crítica do longa sem spoiler.

O filme já começa definindo o clima. A cena de abertura é uma das mais divertidas do ano e já nos deixa preparados para o que esperar do longa. Os personagens continuam os mesmos, mas uma coisa mudou: eles agora têm mais moral. Claro, depois de salvar a galáxia, era previsível, mas nada os muda na essência, e nem os impede de fazer trabalhos mais fora-da-lei, como caçar recompensas e trabalhar como mercenários intergalácticos.

Mas cá para nós: O Baby Groot está a coisa mais fofa do universo, prepare-se para morrer de fofura.

Como todos os filmes da Marvel, a ação impressiona. São muitas lutas e o nível de efeitos especiais é altíssimo, equiparados até a Dr. Estranho, longa-metragem também da Marvel, consagrado na categoria. Os combates são travados em cenários variados e de diversas formas, desde batalhas entre saqueadores a lutas de família. Isso mesmo, família é um ponto forte e tocado frequentemente no Vol 2.

Entre tapas e bons momentos de risada, um assunto paira no ar: os guardiões são uma família? E se são, o que é exatamente isso? Como explicado no primeiro filme, o passado dos personagens é, no mínimo, conturbado. Gamora e sua irmã Nebulosa vivem tentando matar uma a outra, Rocket é um guaxinim fruto de experimentos científicos, Peter Quill, um humano raptado criado por um dos maiores saqueadores da galáxia e Drax, é um alien que perdeu sua família brutalmente, nenhum desses parece se reunir com a família aos domingos.

Ao mesmo tempo, a sintonia da equipe é palpável e nos faz enxergá-los como uma família. O filme nos faz conhecer um pouco mais a fundo os personagens criando paralelos difíceis de tirar os olhos. Gamora e Nebulosa, irmãs que tentam resolver um passado violento, Rocket e Yondu, que encontram semelhanças entre si e nos deixam ver um pouco mais além de um guaxinim violento e um saqueador impiedoso, Drax e Mantis, dois aliens que criam uma amizade doce e sincera até demais e, por fim, Peter Quill e seu pai, Ego.

Vindo da semiótica, já podemos esperar algumas coisas de um personagem que se chama “Ego”. A reunião revela muito sobre o passado de Peter e abre um novo mundo de seres para o universo da Marvel. E, olha, destaque especial para o visual do mundo de Ego.

O cenário é impressionante e nos faz viajar nas maravilhas do lugar e até pensar em como deve ser lindo dentro da cabeça de quem projetou o planeta. Quanto aos seus olhos, pode se preparar para estar sempre satisfeito. O filme é visualmente impressionante, desde a sua simetria até o design dos personagens como o povo Soberano, todos dourados e que nos deixam perguntando onde comprar aquela tinta de cabelo. A viagem é linda.

Mas e aí? Guardiões da Galáxia Vol 2: por que assistir? A gente poderia pôr apenas uma cena do Baby Groot aqui e isso já te daria um grande motivo para ir. O filme é ótimo para umas boas risadas e muitas vezes, mexe com o nosso emocional. Nós ficamos bravos com os personagens, tristes com eles e queremos gritar de fofura toda vez que o Baby Groot aparece na tela. É difícil superar o primeiro Guardiões da Galáxia, mas o Vol 2, impressiona no mesmo nível. Já pode ir!

Por Amanda Magalhães, da equipe VIP

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