Sergipanas realizam o sonho de estudar em universidades americanas

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Estudar em uma universidade americana e construir uma carreira internacional é o sonho de muitos jovens. Para tirar esse projeto do mundo das ideias e colocar em prática, além de determinação, é preciso de um suporte educacional especializado neste processo. Foi o que aconteceu com a sergipana Victoria Caroline, que iniciou o Ensino Médio Americano – High School – no ano de 2016, quando ainda cursava ensino médio brasileiro, e hoje estuda Engenharia da Computação na Flórida. “Sempre quis estudar nos EUA e ao fazer o High School, mesmo residindo em Aracaju, agarrei a oportunidade. Em 2018 me formei no Ensino Médio, apliquei o diploma na Faculdade que eu queria e fui aceita! Em janeiro de 2019 comecei a faculdade e estudo lá desde então. Está sendo incrível poder realizar meu sonho”, contou.

Outra sergipana que também comemora a aprovação em uma universidade americana é a Ana Celi Mitidieri, que atualmente estuda Cinema na Flórida. “Iniciar o High School mudou minha vida completamente, pois hoje estudo nos EUA e estou muito feliz com o rumo que minha vida tomou. Quando comecei o curso era muito ruim no inglês. Mas quando eu comecei o Ensino Médio Americano percebi uma melhora muito rápida, nos primeiros seis meses eu já estava com um conhecimento bem melhor. Após um ano e meio eu já estava 100% fluente. Comecei High School no primeiro ano do Ensino Médio brasileiro e fiz até o terceiro, mas recomendo que comece o quanto antes, porque pode concluir o High School e fazer matérias extras”, explicou.

Para a estudante Sophia Cavalcante, o método de aprendizado utilizado no High School foi o que tornou a experiência ainda mais positiva. “Na minha aula eu só falava inglês e tinha que exercitar o tempo todo, isso faz com que você se acostume com o idioma, o que foi muito positivo para o meu crescimento. O curso vai me abrir outras portas, tenho um diploma de Ensino Médio Americano e isso vai ser um ponto positivo quando eu for para o mercado de trabalho”, relatou.

Sobre a metodologia aplicada, a coordenadora do IEE High School, Débora Vargas, explicou que o programa segue o método do blended learning, ou seja, a dedicação do aluno em casa é essencial para sucesso e conclusão do curso, no entanto há também o contato direto com professor tutor local semanalmente obrigatório. “São aulas presenciais, exceto em período de isolamento social que estamos oferecendo esse encontro online. Esses encontros buscam sobretudo promover a motivação dos alunos com o programa, praticar o speaking com temas que envolvem a internacionalização, realizar provas escritas e tirar dúvidas”, explicou.

De acordo com o diretor Pedagógico do IEE, Sérgio Fernando, o High School traz infinitos benefícios para os alunos, tanto na questão da fluência da língua estrangeira, como na prática de estudar em um outro idioma. “A maioria dos alunos que faz o High School fica totalmente fluente. Mesmo que não façam uma graduação fora, sentimos que a forma de abordagem que utilizam para estudar acaba sendo diferenciada, pois estudaram da forma que se estuda no Brasil e também se utilizaram da metodologia e abordagens dos Estados Unidos. Os alunos utilizam mais o pensamento crítico e percebemos que eles acabam tendo melhores resultados no ENEM, isso porque, 80% dos alunos sentem dificuldade no Exame na questão da interpretação de texto, algo que trabalhamos muito durante o High School, mesmo sendo em outro idioma, notamos vantagens para eles na língua portuguesa também”, concluiu .

O curso

Felizmente, graças ao método aplicado, o aluno pode se matricular qualquer época do ano. A coordenadora Débora Vargas explica que a sugestão é que aconteça sempre próximo aos inícios de semestres para que o aluno consiga acompanhar o ritmo do High School junto ao ano letivo escolar padrão, para seu melhor conforto, mas não é uma regra. “‘Durante o período da quarentena, porém, estamos com valores diferenciados, então incentivamos que aproveitem essa oportunidade por tempo limitado”, pontuou.

Para se inscrever no programa é preciso um nível mínimo de proficiência na língua inglesa de A1+ segundo o Quadro Comum Europeu (CEFRL). “Não é um nível tão alto, e esse requisito é unicamente para garantirmos que o aluno não se frustará com o desafio de acompanhar os cursos que são 100% em inglês. No entanto, quanto maior o nível do aluno, melhor será seu desenvolvimento do curso”, relatou Débora.

Vale lembrar que, o programa Flex High School é voltado para todos os adolescentes a partir do 8º ano do Ensino Fundamental II, pois a transformação do aluno é nítida, independente do caminho que ele queira seguir após a conclusão do Ensino Médio. Por exemplo, a disciplina de estudo que o aluno certamente conquista ao longo do curso é um benefício que ele levará para vida, mesmo fazendo a graduação e seguindo toda carreira acadêmica e profissional do Brasil.

Diferencial

Alunos que fizeram o programa Flex High School tem passos à frente de todo o processo e da maioria dos alunos internacionais que aplicam, pois o curso em si já é uma grande preparação para graduação Americana. Além disso, o IEE oferece um curso preparatório para o SAT (como um “Enem” Americano) com preços especiais para alunos do High School, além da consultoria e suporte durante todos os passos inclusos para alunos do programa.

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